Meu nome é Floriano. Construo produtos digitais há mais de 8 anos, mas minha história com computador começou antes do Figma, antes da pós em UX e bem antes de eu achar que “só ajustar o layout” era uma frase perigosa.
Trajetória
Comecei em Informática para Internet, lá em 2013, estudando lógica de programação, banco de dados e aquela bagunça bonita que acontece quando um site quebra e você precisa descobrir o motivo. Depois veio Segurança da Informação. Python, SQL, Linux, governança, redes, terminal. Esse tipo de coisa nunca foi um monstro para mim.
Não virei dev de carreira, mas aprendi o suficiente para respeitar o trabalho técnico. E para não desenhar interface como se código fosse mágica.
Design gráfico me deu base visual. UX me deu método. Trabalhar com produto e growth me deu noção de consequência. A tela precisa fazer sentido. Se ficar boa também, melhor ainda. Ver repertório gráfico →
Não me tornei desenvolvedor de carreira. Mas entendo o suficiente para saber o que é viável, o que vai travar e o que está sendo resolvido pelo lado errado. Com a IA apoiando parte do operacional e da execução técnica, consigo construir produtos digitais de ponta a ponta, do entendimento do problema até a solução funcionando. Para alguém com esse repertório, é o cenário que faz sentido.
Jeito de trabalhar
Isso parece óbvio, mas não é tão comum. Muita gente começa pela solução porque é a parte que aparece. Só que antes dela tem pergunta, contexto, limitação técnica, conversa com time e um monte de detalhe que decide se um produto vai funcionar ou virar ideia bonita sem uso.
Quando a conversa está confusa, a solução costuma sair confusa também. Então eu organizo a bagunça antes de definir o que construir.
Já precisei explicar problema técnico para cliente leigo, cliente exigente e cliente que não aceita resposta mole. Isso muda a forma como eu estruturo e defendo uma solução.
Protótipo é útil. Mas eu gosto mesmo é quando a ideia passa pelo teste da vida real: conteúdo real, prazo real, dev real, cliente real.
Eu tive contato com tecnologia cedo o bastante para ela virar uma coisa natural. Gosto de Linux, principalmente distros baseadas em Debian. Usei e ainda usaria Linux Mint no dia a dia se alguns softwares fechados não atrapalhassem. Também não tenho medo de matemática, análise de dados ou de abrir o DevTools para entender o que está acontecendo.
Isso não significa que quero virar dev. Significa que eu construo soluções melhores porque entendo o terreno onde elas vão funcionar: código, dado, infraestrutura. Não preciso dominar tudo. Preciso entender o suficiente para não resolver o problema pelo lado errado.
Eu gosto de produzir hidromel em casa. Tenho equipamento, testo receita, erro coisa básica às vezes e sigo tentando. Também treino Sanda, o boxe chinês, porque é um cardio ótimo e combina bem com academia. Em outros esportes eu costumo ser ruim mesmo kkkk
Para desligar, curto jogos de história. DOOM, Metro 2033, Skyrim, esse tipo de coisa. Competitivo online não é muito minha praia. Não tenho tempo para ficar bom e passar raiva de graça. Também jogo Warframe há anos, leio distopias como 1984 e A Revolução dos Bichos, gosto de Flores para Algernon, O Mundo de Sofia e de livros de estudo que vão de design até análise de dados.
No fundo eu gosto de repertório. Gosto de conversar sobre coisas diferentes. O trabalho ocupa uma parte grande da minha vida, mas não é a vida inteira. Ainda bem.
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